Recomendações para realizar uma cesárea

Quando uma cesariana é recomendada?

Kimberly Clark Brand Mais Abraços // Sexta-feira 4 Setembro, 2020 // #parto, #planejamento, #saude

QUANDO É RECOMENDADO REALIZAR UMA CESÁREA?

O dia do parto é um dos momentos mais especiais e importantes da gravidez e embora, na maioria das vezes, tenhamos a opção de escolher se será natural ou por cesárea, existem alguns motivos que fazem pender a balança para a cesárea, a fim de evitar complicações para a mãe e o bebê.

 

Tener un parto por cesárea

A cesárea pode ser decidida antes do parto ou na hora do parto; tudo depende do motivo deste procedimento cirúrgico. Dito isso, seguem abaixo as principais situações em que se recomenda o parto por cesárea:

  1. Placenta prévia: Ocorre quando a placenta do bebê obstrui total ou parcialmente o colo do útero da mãe, sendo necessária a realização de uma cesárea. Nos casos em que uma placenta prévia marginal foi diagnosticada, é possível realizar um parto natural;
  2. Descolamento prematuro da placenta: É a separação da placenta da parede uterina, que geralmente ocorre no terceiro trimestre. Essa liberação pode interferir na chegada de oxigênio ao bebê e, dependendo da gravidade, uma cesárea de emergência deve ser realizada;
  3. Ruptura uterina: Existem casos em que, durante a gravidez ou o parto, ocorre uma ruptura do útero, que pode causar sangramento na mãe e interferir no fornecimento de oxigênio ao bebê, sendo necessária uma cesárea imediata;
  4. Posição pélvica: quando o bebê chega nesta posição, muitas vezes o parto cesáreo é a única opção; embora haja exceções, isso dependerá dos riscos que existem para o bebê;
  5. Prolapso do cordão umbilical: Esta situação não é muito comum e ocorre quando o cordão umbilical se projeta da vagina antes do nascimento do bebê e, no momento da contração do útero, a pressão no cordão diminui o fluxo sanguíneo ao bebê, exigindo uma cesariana de emergência;
  6. Sofrimento fetal: Se o bebê não estiver recebendo oxigênio suficiente, opta-se por uma cesariana de emergência para evitar os riscos que a falta de oxigênio pode causar;
  7. Falta de progresso no trabalho de parto: Quando o colo do útero não está totalmente dilatado, o trabalho de parto diminuiu ou o bebê não chega a uma posição ideal. No momento do parto, é tomada a decisão de se realizar uma cesariana;
  8. Desproporção cefalopélvica: Se o tamanho da cabeça do bebê for muito grande ou a pélvis da mãe for muito pequena, é necessário fazer o parto cesáreo para evitar complicações no parto;
  9. Herpes genital ativo: Se a mãe tiver um surto ativo desta doença, recomenda-se a realização de cesárea para que o bebê não fique exposto ao vírus, ao passar pelo canal de parto;
  10. Diabetes: Quer seja diabetes gestacional ou diabetes antes da gravidez, o bebê pode ter um tamanho maior que o normal ou outras complicações, aumentando as chances de se fazer uma cesariana;
  11. Pré-eclâmpsia: Esta condição envolve hipertensão arterial durante a gravidez, o que pode causar falta de oxigênio no bebê, exigindo uma cesariana. Dependerá da gravidade da condição;
  12. Defeitos congênitos: Se o bebê foi diagnosticado com um defeito ou distúrbio, uma cesariana é a melhor opção para se evitar complicações durante o parto;
  13. Nascimentos múltiplos: Dependendo da posição, peso e idade gestacional, quando se trata de gêmeos, é possível ter parto natural. No entanto, quando se trata de trigêmeos ou mais, recomenda-se uma cesariana;
  14. Cesárea repetida: Se apenas uma cesárea foi realizada na mãe, o parto normal pode ser realizado. Há, porém, o risco de ruptura uterina. Portanto, deve-se consultar o médico para decidir sobre a melhor alternativa, de acordo com as características da gravidez.

Estes são apenas alguns dos motivos pelos quais o parto cesáreo é recomendado, por isto é extremamente importante que você fale constantemente com seu médico.